Folder informativo da LAFREST para divulgação do dia 31-05 como dia mundial sem tabaco.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Fisioterapia Motora precoce na UTI Neonatal
A unidade de terapia intensiva neonatal é o local que
concentra os principais recursos humanos e materiais, necessários para dar
suporte ininterrupto às funções vitais dos recém-nascidos pré- termo. São equipes especializadas que realizam os
cuidados apropriados à recuperação e ao desenvolvimento, utilizando
equipamentos que, nestes primeiros dias de vida, lhe garantirão as funções
vitais.
Apesar da importância
da UTIN para os neonatos doentes, contraditoriamente, essa unidade que deveria
zelar pelo bem-estar da criança em todos os seus aspectos, é por excelência um
ambiente nervoso, impessoal e até temeroso para aqueles que não estão adaptados
às suas rotinas. Tal ambiente é repleto de luzes fortes e constantes, barulho,
mudanças de temperatura, interrupção do ciclo do sono, visto que são
necessárias repetidas avaliações e procedimentos, acarretando, muitas vezes,
desconforto e dor.
A fisioterapia motora atua com os objetivos de prevenir
efeitos decorrentes do repouso prolongado no leito, eliminando reações
posturais inadequadas e estimulando o desenvolvimento neuropsicomotor e global
do neonato. Atua diretamente na motricidade global, através de técnicas
específicas que visam à aprendizagem e a estimulação das funções corticais, de
maneira a obter respostas globais. São baseadas na cinesioterapia, integração
sensorial, facilitação neuromuscular proprioceptiva, posicionamento terapêutico
e inúmeros outros procedimentos. Além de exercícios gerais de movimentação
realizados em membros, tronco e cabeça, podem ser realizados exercícios
convencionais de estimulação tátil, visual, auditiva, vestibular e
proprioceptiva, além do próprio posicionamento terapêutico. A intervenção
precoce da fisioterapia motora na UTI Neonatal contribui para minimizar atrasos
motores dos bebês prematuros.
A equipe de fisioterapia acompanha todos os
recém-nascidos em assistência ventilatória mecânica e/ou oxigenoterapia,
portadores de pneumopatias agudas e crônicas, encefalopatias, doenças
cardíacas, alterações ortopédicas, síndromes genéticas e em pré e
pós-operatórios, durante o período de internação na Unidade de Terapia
Intensiva Neonatal.
A fisioterapia se faz necessária desde o momento da
admissão até a alta do recém nascido de risco, pois é nesse momento que as
informações de cuidados especiais e encaminhamentos para serviços que
desempenham o acompanhamento do desenvolvimento são realizadas.
REFERÊNCIAS
MOURA, D. S; Maia, J.A. QUANDO A FISIOTERAPIA SE FAZ NECESSÁRIA NA
UTI NEONATAL? Rev. Saúde Criança
Adolesc., 1(1): 38 - 40, jul./dez., 2009
IZUMI, A.Y;
FUJISAWA, D.S; GARANHANI, M.R. Fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva:
Enfoque na Criança Crítica Neurológica. Disponível em: <http://omnipax.com.br/livros/2011/FNP/FNP-cap12.pdf>.
Acesso em 15 outubro 2013.
Fisioterapia
neonatal. Disponível em: www.congressopestalozzi.org.br/.../Neuropediatria.doc>. Acesso em 15 outubro 2013.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Prescrição de exerícios para Cardiopatas
As doenças cardiovasculares
(DCV) são doenças que atingem o sistema cardiovascular alterando o seu
funcionamento, dentre elas podem-se destacar a doença arterial coronariana
(DAC) ou aterosclerose, a insuficiência cardíaca (IC), a angina, o infarto
agudo do miocárdio (IAM), as doenças valvulares, as arritmias e as doenças
hipertensivas.
Infarto agudo do miocárdio
(IAM)
O
infarto agudo do miocárdio, conhecido popularmente como ataque cardíaco, é uma
emergência médica em que parte do fluxo de sangue para o coração sofre
uma interrupção súbita e intensa, produzindo a morte das células do
músculo cardíaco (miocárdio). A principal causa é a formação de um coágulo
(trombo), a partir de uma placa de gordura (ateroma) localizada na parede da
artéria do coração (coronária).
O
processo de reabilitação cardiovascular é dividida em 4 fases:
FASE 1. Paciente internado: Movimentos de braços e posturais. Deambulação precoce. Exercícios respiratórios. Sentar na poltrona. Caminhadas no corredor do hospital.
FASE 2. Primeira etapa extra-hospitalar de 3 a 6 meses: Modificação do estilo da vida. Exercícios em bicicleta rolante ou esteira rolante 5 METS. Em bicicleta: cargas de 25 watts até 100 watts. Marcha de até 90 m/min.
FASE 3. De 6 a 24 meses: Pacientes de baixo risco que não participaram da fase 2. Supervisão de exercícios por profissional. Exercícios aeróbicos: marcha, trote, ciclismo e natação. Esportes: tênis, voleibol. Aquecimento 10 min, condicionamento muscular 20 min, atividade aeróbia 30 min.
FASE 4. Duração indefinida, a longo prazo: Não necessariamente supervisionado. Manutenção de programa de exercícios físicos e atividades esportivas recreativas. Avaliação por médico com Teste ergométrico pelo menos uma vez ao ano
FASE 1. Paciente internado: Movimentos de braços e posturais. Deambulação precoce. Exercícios respiratórios. Sentar na poltrona. Caminhadas no corredor do hospital.
FASE 2. Primeira etapa extra-hospitalar de 3 a 6 meses: Modificação do estilo da vida. Exercícios em bicicleta rolante ou esteira rolante 5 METS. Em bicicleta: cargas de 25 watts até 100 watts. Marcha de até 90 m/min.
FASE 3. De 6 a 24 meses: Pacientes de baixo risco que não participaram da fase 2. Supervisão de exercícios por profissional. Exercícios aeróbicos: marcha, trote, ciclismo e natação. Esportes: tênis, voleibol. Aquecimento 10 min, condicionamento muscular 20 min, atividade aeróbia 30 min.
FASE 4. Duração indefinida, a longo prazo: Não necessariamente supervisionado. Manutenção de programa de exercícios físicos e atividades esportivas recreativas. Avaliação por médico com Teste ergométrico pelo menos uma vez ao ano
Hipertensão
Também
conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que geralmente não apresenta
nenhum tipo de sintoma a menos que algum órgão vital seja afetado. Esse aumento
da pressão arterial é o resultado da contração das paredes das artérias, que
provoca o aumento do trabalho do coração, dos rins e do cérebro.
Reabilitação:
Exercícios
dinâmicos (caminhada, corrida, ciclismo, dança, natação); com frequência de 3 a 5 vezes por semana,
duração de 30 a 60 minutos contínuos (indivíduos com pressão limítrofe ou
obesidade 50 a 60 minutos); Intensidade Moderada estabelecida da seguinte
forma:
Referências
ALVES, GUILHERME BARETTO et
al. Reabilitação cardiovascular e
condicionamento físico. In: NEGRÃO, Carlos Eduardo; BARRETO, Antônio Carlos
Pereira (Eds.). Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata.
Barueri, SP: Manole, 2005. cap. 13. p. 249 - 259.
ARAÚJO, CLAUDIO GIL SOARES
DE (ED.). Normatização dos equipamentos
e técnicas da reabilitação cardiovascular supervisionada. Arquivos
Brasileiros de Cardiologia. São Paulo, Nov. 2004. v. 83. n. 5.
LAFONTAINE, THOMAS P.;
GORDON, NEIL F. Redução global do risco
cardiovascular nos pacientes com doença arterial coronariana. In: AMERICAN
COLLEGE OF SPORTS MEDICINE – ACSM. Manual de pesquisa das diretrizes do
ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. cap. 30. p. 263 – 273
PIEGAS, LEOPOLDO S. (Ed.). III Diretriz sobre tratamento do infarto
agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. São
Paulo, set. 2004. v. 83. n. 4. supl. 4.
RIBEIRO, P.R.Q; OLIVEIRA,D.M.
Reabilitação cardiovascular, doença
arterial coronariana e infarto agudo do miocárdio: efeitos do exercício
físico. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, Nº 152,
Enero de 2011.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Fisioterapia Respiratória da Lesão Medular Traumática
O Traumatismo
Raquimedular (TRM) é uma condição que pode causar alterações dramáticas na vida
do indivíduo, causando impacto também na vida da de sua família, já que ocorre
em pessoas ativas e independentes, que em um determinado momento tem controle
de suas vidas e no momento seguinte estão paralisadas, com perda da
sensibilidade e de funções corporais e dependentes de terceiros para suas
necessidades mais básicas.
O TRM é uma lesão
causada por um trauma, doença ou malformação congênita, e suas manifestações
clínicas variam de acordo com a extensão e a localização do dano medular. Sendo
assim podemos classifica-lo como Tetraplegia,
Paraplegia, Lesões Completas ou Incompletas.
A menos que o TRM afete
somente as regiões sacrais e lombares mais inferiores, algum grau de
deficiência ventilatória estará presente e deverá ser abordado no tratamento
fisioterapêutico. Os
principais fatores relacionados à sobrevivência foram: idade, tempo de lesão,
o nível neurológico, e o grau de complexidade da lesão; a expectativa de vida
era menor do que estimativas anteriores; pneumonia e outras afecções
respiratórias foram as principais causas de morte.

A
fisioterapia respiratória pode ser utilizada em pacientes críticos com o
objetivo de prevenir e/ou tratar complicações respiratórias. Para isso,
geralmente é usada uma combinação de procedimentos que objetivam a reexpansão
e a remoção de secreções nas vias aéreas.
As intervenções podem
incluir treinamento de músculos
inspiratórios, tanto os primários como os secundários. O terapeuta deve
primeiro determinar quais músculos ventilatórios que estão deficientes após a
lesão medular. Em geral, os músculos inspiratórios devem ser treinados
inicialmente na posição supina, progredindo para a posição sentada, utilizando
de dispositivos de treinamento muscular inspiratório ou uso de pesos abdominais,
ambos eficazes na melhora da mecânica ventilatória.
Na presença de
ventilação artificial, os pacientes podem precisar de uma via aérea artificial.
A presença dessa via na traqueia causa irritação, e o paciente consequentemente
produz mais secreção. Essa secreção geralmente é removida pela sucção traqueal,
tosse natural ou tosse assistida, muito utilizada em pessoas incapazes de gerar
esforço suficiente. A drenagem postural, a percussão ou tapotagem, e o balanço
ou vibração são utilizados para auxiliar a mobilização da secreção em direção
as vias aéreas maiores para expectoração.
A Tabela 1 descreve os procedimentos de
fisioterapia respiratória descritos na literatura para a terapêutica de
pacientes em ventilação mecânica.
Muitas técnicas de
tratamento estão disponíveis para abordar o grande número de deficiências
ventilatórias que podem ocorrer. O gerenciamento inicial deve concentrar-se na
prevenção das complicações pulmonares, tais como pneumonia e atelectasias, e na
melhora da função pulmonar disponível, de maneira que o paciente possa realizar
tarefas funcionais.
Referências Bibliográficas:
UMPHRED, DA.
Reabilitação Neurológica.
5ª ed. São Paulo 2010
Jerre
G, Beraldo MA, et al. Fisioterapia no
paciente sob ventilação mecânica.
Rev Bras Ter Intensiva 2007;19:399-407
Shavelle RM, et al. Long-Term Survival of Persons Ventilator Dependent After
Spinal Cord Injury.
J Spinal Cord Med 2006;29:511-519
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
I Ciclo de Palestras da LAFREST
Na data de 23 de Outubro de 2013, aconteceu o Primeiro Ciclo de Palestras da LAFREST, com a presença das palestrantes Profª Msc. Débora Daisy da Silva Vogel, especialista em Fisioterapia em Neurologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, e Profª Msc. Cristiane Costa Fonseca, especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e em Fisiologia do Exercício pela Universidade Federal de São Paulo, que ministraram sobre o tema Fisioterapia Respiratória no Lesado Medular.
Um resumo sobre o tema será disponibilizado em breve!
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| Profª Débora e acadêmica Ana Clara |
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| Profª Cristiane e acadêmica Taís |
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| Palestrantes e membros da Liga Acadêmica de Fisioterapia Respiratória e Tabagismo |
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| Acadêmicos do curso de Fisioterapia da FEPI |
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| Membros LAFREST e Prof. Orientador Luís Henrique Sales Oliveira |
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Inauguração da LAFREST no Centro Universitário de Itajubá
Janaína Módena
Gabriela Maria
Ana Clara Oliveira
Felipe Moisés
Tais Leonel
Letícia Coura Bastos
Letícia Coura Bastos
Isabel Santiago
Jéssica Fernandes
O evento de inauguração da Liga acontecerá no dia 18-09-2013 juntamente com o I Simpósio de Fisioterapia Respiratória e Tabagismo, que já conta com as seguintes palestras:
- Reabilitação e Treinamento Cardiopulmonar no Atleta
- Pneumonia - Diagnóstico e Tratamento
- Pneumonia associada a Ventilação Mecânica
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