segunda-feira, 29 de junho de 2015

31 de Maio de 2015


O Tabagismo é reconhecido como uma doença epidêmica que causa dependência física, psicológica e comportamental semelhante ao que ocorre com o uso de outras drogas como álcool, cocaína e heroína. 
A dependência ocorre pela presença da nicotina nos produtos à base de tabaco. A dependência obriga os fumantes a inalarem mais de 4.720 substâncias tóxicas, como: monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, além de 43 substâncias cancerígenas, sendo as principais: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos e substâncias radioativas.

Benefícios de uma vida sem fumar:

Parar de fumar sempre vale a pena, em qualquer momento da vida, mesmo que o fumante já esteja com alguma doença causada pelo cigarro, tais como câncer, enfisema ou derrame. A qualidade de vida melhora muito ao parar de fumar. Veja o que acontece se você parar de fumar agora:
     
  • Após 20 minutos, a pressão sanguínea e a pulsação voltam ao normal.
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  • Após 2 horas, não há mais nicotina circulando no sangue.
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  • Após 8 horas, o nível de oxigênio no sangue se normaliza.
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  • Após 12 a 24 horas, os pulmões já funcionam melhor.
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  • Após 2 dias, o olfato já percebe melhor os cheiros e o paladar já degusta melhor a comida.
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  • Após 3 semanas, a respiração se torna mais fácil e a circulação melhora.
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  • Após 1 ano, o risco de morte por infarto do miocárdio é reduzido à metade.
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  • Após 10 anos, o risco de sofrer infarto será igual ao das pessoas que nunca fumaram.
QUANTO MAIS CEDO VOCÊ PARAR DE FUMAR, MENOR O RISCO DE ADOECER!


O primeiro passo e o mais importante, é a conscientização da população quanto aos riscos e problemas de saúde causados pelo tabagismo, para si mesmo e para as pessoas próximas. 
A LAFREST apoia a causa!



2º Ciclo de Palestras LAFREST

                                                     


O Ciclo de Palestras da Liga Acadêmica de Fisioterapia Respiratória e Tabagismo, evento realizado no  primeiro semestre do ano letivo, contou com a participação de três palestrantes que trouxeram aos alunos do curso de Fisioterapia temas muito discutidos atualmente no âmbito da Fisioterapia Respiratória.



O evento foi iniciado pela fisioterapeuta Pâmela Pereira, especialista em Fisioterapia Pneumofuncional pela Universidade Gama Filho - UGF, e em Fisioterapia em Unidade de Terapia Intensiva pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais PUC - MG, também docente do curso de Fisioterapia da FEPI - Centro Universitário de Itajubá, com o tema "Mobilização precoce no Paciente Crítico".


Acadêmica Letícia Coura e Profª. Pâmela Pereira
                                          
"Eletroestimulação na Unidade de Terapia Intensiva" foi o assunto abordado pela fisioterapeuta Daniela Loyola Vianna de Andrade, formada pela Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP, e especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória e UTI (adulto e neonatal) pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, atualmente trabalha com reabilitação Cardiorrespiratória com crianças e adultos na clínica Respirar, em Pouso Alegre.

Daniela Loyola Vianna de Andrade e acadêmica Isabel Santiago
 O evento foi encerrado com  Fernanda Cortez, fisioterapeuta na Santa Casa de Misericórdia de Itajubá e especialista em Fisioterapia Cardiorrespiratória pela Universidade Gama Filho - UGF,  que trouxe atualizações sobre a "Fisioterapia Respiratória em pacientes renais crônicos"
                                          
Acadêmica Jéssica Fernandes e Fernanda Cortez

         
                                           
A equipe LAFREST agradece a todos os alunos pela participação, e a presença ilustre das palestrantes, que disponibilizaram seu tempo e conhecimentos, para que fossem compartilhados e passados adiante, fazendo do objetivo principal de nossa Liga Acadêmica uma grande realização!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

II Simpósio de Fisioterapia Respiratória e Tabagismo

No último sábado (23-08-14) foi realizado o II Simpósio da LAFREST no Centro Universitário de Itajubá - FEPI. O evento contou com palestras e workshops para acadêmicos e docentes do curso de Fisioterapia da instituição.

Na primeira palestra, ministrada pelo Dr. Juscelino Sérgio Amâncio, especialista em Fisioterapia Respiratória, foi abordado o tema "Fisioterapia respiratória nos distúrbios do sono", que teve continuidade em um dos workshops realizados a tarde. 

Na segunda palestra, o Dr. Eugênio Fernandes de Magalhães, que é especialista em Pneumologia Pediátrica e Mestre em Pediatria, trouxe conhecimentos sobre Pneumonia na Infância, sua a fisiopatologia e os principais métodos diagnósticos.

Tivemos ainda a participação da Dra. Ioná Mariele da Silva Pereira, especialista em Fisioterapia Respiratória, com o tema Reabilitação Pulmonar em pacientes com DPOC, e da Dra. Ana Cristina Couto, especialista em Fisioterapia Respiratória, ministrando o workshop com foco na Avaliação e Tratamento do paciente com DPOC num programa de reabilitação pulmonar.

A LAFREST agradece a todos os envolvidos por terem contribuído para o sucesso do evento!


Dr. Juscelino Sérgio Amâncio e acadêmicos, no workshop sobre a Atuação da Fisioterapia nos distúrbios do sono

Dr. Eugênio Fernandes de Magalhães e acadêmica Janaína Módena


 Dra. Ioná Mariele da Silva Pereira e a acadêmica Isabel Santiago

Dra. Ana Cristina Couto e acadêmicos, no workshop sobre Avaliação e Tratamento do paciente com DPOC num programa de reabilitação pulmonar


Acadêmicas atuantes na LAFREST e  nosso orientador, Professor Luís Henrique Sales Oliveira

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Em breve: II Simpósio LAFREST

No dia 23 de agosto de será realizado o II Simpósio da LAFREST - Liga Acadêmica de Fisioterapia Respiratória e Tabagismo. O evento acontecerá no auditório da FEPI - Centro Universitário de Itajubá e contará com palestras pela manhã e dois workshops, a partir das 13:00.

As inscrições terão início no dia 18 de agosto de 2014. 
O investimento será de R$ 25,00 para assistir somente as palestras, e R$ 40,00 para acadêmicos que se interessarem em participar de um dos workshops a escolher.



segunda-feira, 2 de junho de 2014

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Fisioterapia Motora precoce na UTI Neonatal

A unidade de terapia intensiva neonatal é o local que concentra os principais recursos humanos e materiais, necessários para dar suporte ininterrupto às funções vitais dos recém-nascidos pré- termo.  São equipes especializadas que realizam os cuidados apropriados à recuperação e ao desenvolvimento, utilizando equipamentos que, nestes primeiros dias de vida, lhe garantirão as funções vitais.

 Apesar da importância da UTIN para os neonatos doentes, contraditoriamente, essa unidade que deveria zelar pelo bem-estar da criança em todos os seus aspectos, é por excelência um ambiente nervoso, impessoal e até temeroso para aqueles que não estão adaptados às suas rotinas. Tal ambiente é repleto de luzes fortes e constantes, barulho, mudanças de temperatura, interrupção do ciclo do sono, visto que são necessárias repetidas avaliações e procedimentos, acarretando, muitas vezes, desconforto e dor.
A fisioterapia motora atua com os objetivos de prevenir efeitos decorrentes do repouso prolongado no leito, eliminando reações posturais inadequadas e estimulando o desenvolvimento neuropsicomotor e global do neonato. Atua diretamente na motricidade global, através de técnicas específicas que visam à aprendizagem e a estimulação das funções corticais, de maneira a obter respostas globais. São baseadas na cinesioterapia, integração sensorial, facilitação neuromuscular proprioceptiva, posicionamento terapêutico e inúmeros outros procedimentos. Além de exercícios gerais de movimentação realizados em membros, tronco e cabeça, podem ser realizados exercícios convencionais de estimulação tátil, visual, auditiva, vestibular e proprioceptiva, além do próprio posicionamento terapêutico. A intervenção precoce da fisioterapia motora na UTI Neonatal contribui para minimizar atrasos motores dos bebês prematuros.
A equipe de fisioterapia   acompanha todos os recém-nascidos em assistência ventilatória mecânica e/ou oxigenoterapia, portadores de pneumopatias agudas e crônicas, encefalopatias, doenças cardíacas, alterações ortopédicas, síndromes genéticas e em pré e pós-operatórios, durante o período de internação na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal.
A fisioterapia se faz necessária desde o momento da admissão até a alta do recém nascido de risco, pois é nesse momento que as informações de cuidados especiais e encaminhamentos para serviços que desempenham o acompanhamento do desenvolvimento são realizadas.


REFERÊNCIAS
MOURA, D. S; Maia, J.A. QUANDO A FISIOTERAPIA SE FAZ NECESSÁRIA NA UTI NEONATAL? Rev. Saúde Criança Adolesc., 1(1): 38 - 40, jul./dez., 2009
IZUMI, A.Y; FUJISAWA, D.S; GARANHANI, M.R. Fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva: Enfoque na Criança Crítica Neurológica. Disponível em: <http://omnipax.com.br/livros/2011/FNP/FNP-cap12.pdf>. Acesso em 15 outubro 2013.
Fisioterapia neonatal. Disponível em:      www.congressopestalozzi.org.br/.../Neuropediatria.doc‎>.  Acesso em 15 outubro 2013.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Prescrição de exerícios para Cardiopatas

As doenças cardiovasculares (DCV) são doenças que atingem o sistema cardiovascular alterando o seu funcionamento, dentre elas podem-se destacar a doença arterial coronariana (DAC) ou aterosclerose, a insuficiência cardíaca (IC), a angina, o infarto agudo do miocárdio (IAM), as doenças valvulares, as arritmias e as doenças hipertensivas.



Infarto agudo do miocárdio (IAM)
O infarto agudo do miocárdio, conhecido popularmente como ataque cardíaco, é uma emergência médica em que parte  do fluxo de sangue para o coração sofre uma interrupção súbita e intensa, produzindo a morte das células  do músculo cardíaco (miocárdio). A principal causa é a formação de um coágulo (trombo), a partir de uma placa de gordura (ateroma) localizada na parede da artéria do coração (coronária).
O processo de reabilitação cardiovascular é dividida em 4 fases:
FASE 1. Paciente internado: Movimentos de braços e posturais. Deambulação precoce. Exercícios respiratórios. Sentar na poltrona. Caminhadas no corredor do hospital.
FASE 2. Primeira etapa extra-hospitalar de 3 a 6 meses: Modificação do estilo da vida. Exercícios em bicicleta rolante ou esteira rolante 5 METS. Em bicicleta: cargas de 25 watts até 100 watts. Marcha de até 90 m/min.
FASE 3. De 6 a 24 meses: Pacientes de baixo risco que não participaram da fase 2. Supervisão de exercícios por profissional. Exercícios aeróbicos: marcha, trote, ciclismo e natação. Esportes: tênis, voleibol. Aquecimento 10 min, condicionamento muscular 20 min, atividade aeróbia 30 min.
FASE 4.  Duração indefinida, a longo prazo: Não necessariamente supervisionado. Manutenção de programa de exercícios físicos e atividades esportivas recreativas. Avaliação por médico com Teste ergométrico pelo menos uma vez ao ano


Hipertensão
Também conhecida como pressão alta, é uma doença crônica que geralmente não apresenta nenhum tipo de sintoma a menos que algum órgão vital seja afetado. Esse aumento da pressão arterial é o resultado da contração das paredes das artérias, que provoca o aumento do trabalho do coração, dos rins e do cérebro.

Reabilitação:
Exercícios dinâmicos (caminhada, corrida, ciclismo, dança, natação);  com frequência de 3 a 5 vezes por semana, duração de 30 a 60 minutos contínuos (indivíduos com pressão limítrofe ou obesidade 50 a 60 minutos); Intensidade Moderada estabelecida da seguinte forma:



Referências
ALVES, GUILHERME BARETTO et al. Reabilitação cardiovascular e condicionamento físico. In: NEGRÃO, Carlos Eduardo; BARRETO, Antônio Carlos Pereira (Eds.). Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. Barueri, SP: Manole, 2005. cap. 13. p. 249 - 259.
ARAÚJO, CLAUDIO GIL SOARES DE (ED.). Normatização dos equipamentos e técnicas da reabilitação cardiovascular supervisionada. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. São Paulo, Nov. 2004. v. 83. n. 5.
LAFONTAINE, THOMAS P.; GORDON, NEIL F. Redução global do risco cardiovascular nos pacientes com doença arterial coronariana. In: AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE – ACSM. Manual de pesquisa das diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. cap. 30. p. 263 – 273
PIEGAS, LEOPOLDO S. (Ed.). III Diretriz sobre tratamento do infarto agudo do miocárdio. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. São Paulo, set. 2004. v. 83. n. 4. supl. 4.
RIBEIRO, P.R.Q; OLIVEIRA,D.M. Reabilitação cardiovascular, doença arterial coronariana e infarto agudo do miocárdio: efeitos do exercício físico. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 15, Nº 152, Enero de 2011.